O maior impedimento para um desenvolvimento sustentável e sucesso comercial dos hotéis do Príncipe está relacionado com o facto de São Tomé e Príncipe estar na “lista negra” como destino pela ICAO (Organização da Aviação Civil Internacional) por não cumprir as normas e regulamentos de segurança da UE. Consequentemente, qualquer companhia aérea registada em STP é automaticamente incluída na lista negra, mas mais importante que isso, a maioria dos agentes de viagens “de topo” hesita em enviar os seus clientes potenciais para o Príncipe, visto que o seu próprio seguro não cobre viagens que usam companhias aéreas na “lista negra”.
Para o INAC (Instituto Nacional de Aviação Civil) a estratégia de médio a longo prazo em coordenação com a ENASA (Empresa Nacional de Aeroportos e Segurança Aérea) é trabalhar para o levantamento das restrições da ICAO, mas até agora tem sido um desafio que o governo não conseguiu ainda superar.