<
O maior impedimento para um desenvolvimento sustentável e sucesso comercial dos hotéis do Príncipe está relacionado com o facto de São Tomé e Príncipe estar na “lista negra” como destino pela ICAO (Organização da Aviação Civil Internacional) por não cumprir as normas e regulamentos de segurança da UE. Consequentemente, qualquer companhia aérea registada em STP é automaticamente incluída na lista negra, mas mais importante que isso, a maioria dos agentes de viagens “de topo” hesita em enviar os seus clientes potenciais para o Príncipe, visto que o seu próprio seguro não cobre viagens que usam companhias aéreas na “lista negra”.
Para o INAC (Instituto Nacional de Aviação Civil) a estratégia de médio a longo prazo em coordenação com a ENASA (Empresa Nacional de Aeroportos e Segurança Aérea) é trabalhar para o levantamento das restrições da ICAO, mas até agora tem sido um desafio que o governo não conseguiu ainda superar.
De forma a mitigar este obstáculo, está a ser desenvolvida por um grupo de intervenientes da área do turismo em São Tomé e em Portugal a seguinte estratégia:
  • Identificar potencial operador e voar sob o seu AOC (Certificado de Operador Aéreo).
  • Fornecimento de 1 ou 2 Beechcraft 1900 (19 lugares) para operar diariamente entre as ilhas.
  • Autorização de tráfego aéreo e legalização de rota para voar para Libreville e fazer a ligação com o voo da Air France duas vezes por semana diretamente para o Príncipe.
  • Reforço de avião com um "Beechcraft King Air B200" com base em São Tomé para viagens VIP e Medivac.
  • Definição e apresentação da estratégia comercial ao governo central para mitigar o problema da “lista negra”.
RB
BB
30
>